Fatos do Momento

O vírus Nipah no Brasil e o Carnaval 

O vírus Nipah no Brasil e o Carnaval 
  • Publishedfevereiro 1, 2026

O vírus Nipah no Brasil e o Carnaval pode oferecer risco a população? Não há  preocupação por parte das autoridades nacionais.

A verdade que ninguém conta! A humanidade sempre foi privada das verdades. Covid, por exemplo, foi um grande experimento internacional e as operações e as mortes foram sincronizadas mundialmente com exatidão. Todos seguiram (ou a maioria) as ordens mundiais sem saber ao certo o que acontecia, com medo do desconhecido a humanidade foi conduzida ao abismo – isolamento, máscaras, vacina e mortes – e muitas famílias pagaram o alto preço com a vida de seus entes queridos e outros tantos estão pagando ainda com os efeitos das vacinas induzidas.

Agora, a história se repete, o início de um mesmo modus operandi, na mesma época, com o agravante de parecer ser algo definitivo para cumprir a agenda em desfavor da população mundial. Mesmo com fortes indícios de letalidade o Brasil ignora ao tempo que outros países já adotam medidas preventivas e alertas.

Ministério da Saúde emite alerta sobre o vírus Nipah no Brasil

Por Infomoney

Um surto do vírus letal Nipah no estado de Bengala Ocidental tem deixado a Índia em alerta após a confirmação de casos entre médicos e enfermeiros, com mais de 100 pessoas em quarentena. Esse cenário levou países vizinhos à adoção de medidas preventivas em aeroportos semelhantes às usadas durante a pandemia de Covid-19.

Segundo o Ministério da Saúde, o risco do vírus chegar ao país é baixo. O surto recente registrado na Índia teve dois casos confirmados, ambos entre profissionais de saúde, e nenhuma evidência de disseminação internacional ou risco para a população brasileira.

“Diante do cenário atual, não há qualquer indicação de risco para a população brasileira. As autoridades de saúde seguem em monitoramento contínuo, em alinhamento com organismos internacionais”, afirmou a pasta em nota.

Segundo eles, o país mantém protocolos permanentes de vigilância e resposta a agentes altamente patogênicos, em articulação com instituições de referência como o Instituto Evandro Chagas e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além da participação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS).

A Organização Mundial da Saúde também afirmou que há baixo risco de propagação do vírus e que não recomenda restrições a viagens ou comércio à Índia após as confirmações de casos do vírus Nipah. Entretanto, o órgão classifica o vírus como prioritário devido à sua capacidade de desencadear uma epidemia.

O patógeno não é novo e causa surtos esporádicos desde 1998, quando foi descoberto. No entanto, chama a atenção pela alta taxa de letalidade, que chega a 75% dos contaminados, ausência de tratamentos ou vacinas e aumento do risco em meio a um mundo cada vez mais globalizado.

O vírus Nipah (NiV) circula principalmente entre morcegos do gênero Pteropus que se alimentam de frutas, mas pode ser transmitido a outros animais e a humanos por meio de alimentos contaminados ou diretamente entre as pessoas. Quando o indivíduo é infectado, o Nipah se manifesta de diferentes formas, desde doenças respiratórias até encefalites (inflamação no cérebro) fatais.

Sintomas do vírus Nipah

Geralmente, os sintomas começam com febre, dores de cabeça, mialgia (dor muscular), vômitos e dor de garganta, que podem ser seguidos por tonturas, sonolência, consciência alterada e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

Algumas pessoas também podem experimentar pneumonia atípica e problemas respiratórios graves, incluindo desconforto respiratório agudo.

A encefalite e as convulsões ocorrem em casos graves, progredindo para o coma dentro de 24 a 48 horas. Acredita-se que o período de incubação do vírus, o intervalo entre a infecção e o início dos sintomas, seja de 4 a 14 dias. Um período de incubação de até 45 dias, porém, já foi relatado.

Nipah voltou a deixar aeroportos em alerta na região

A Índia enfrenta novo surto do vírus Nipah, patógeno com alto índice de letalidade que tem afetado países na Ásia desde que foi descoberto, em 1999.

Cerca de 110 pessoas foram colocadas em quarentena no Estado indiano de Bengala Ocidental depois que dois profissionais de saúde foram tratados no início de janeiro após contraírem o vírus.

Eles haviam tido contato com casos confirmados da doença, mas inicialmente receberam testes negativos.

Nipah pode causar infecções respiratórias agudas e encefalite (inchaço do cérebro). É transmitido entre humanos e também de animais como morcegos e porcos. Atualmente não há vacina ou cura, e a letalidade entre os infectados varia de 40% a 75%.

O surto na Índia deixou países vizinhos em alerta. Alguns chegaram a intensificar medidas de segurança em aeroportos para evitar uma possível disseminação do vírus.

É o caso do Nepal, que passou a fazer triagem em passageiros no aeroporto de Katmandu e em outras áreas de fronteira com a Índia.

O Ministério da Saúde da Tailândia anunciou na segunda-feira (26/1) protocolos de saúde e medidas de triagem em três aeroportos internacionais com voos que têm como origem Bengala Ocidental, conforme as informações reunidas pela BBC Thai, serviço da BBC em tailandês.

Os aeroportos afetados são de Don Mueang, Suvarnabhumi e Phuket. De acordo com o Departamento de Controle de Doenças, o aeroporto de Phuket, que recebe cinco voos diretos por semana da área afetada pelo surto na Índia, intensificou a limpeza de áreas comuns e a coordenação das operações com postos de controle de doenças transmissíveis internacionais.

Aguardaremos mais informações…

Por Olheinfo, com Infomoney

Foto: divulgação Universal Images Group/Getty Images

Siga o Olheinfo no Instagram: ⭕ https://www.instagram.com/olheinfo/

Written By
Redação Olheinfo

Veículo de comunicação web periódico criado em 2007 no Distrito Federal, editado pelo Jornalista Responsável DF04203JP, Publicitário 458-MTP e Consultor Master em Gestão Empresarial Paulo Eduardo Dubiel, Esp.

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.