Dia Mundial do Bem-Estar Mental dos Adolescentes
Dia Mundial do Bem-Estar Mental dos Adolescentes (02), é uma data dedicada a refletir sobre a saúde emocional e psicológica dos adolescentes.
O objetivo é conscientizar famílias, escolas, comunidades e governos sobre a importância de apoio, diálogo e prevenção de problemas de saúde mental nessa fase da vida.
Por que o bem-estar mental na adolescência é importante?
A adolescência é marcada por mudanças físicas, emocionais e sociais. Pressões escolares, bullying, conflitos familiares e a busca por identidade podem gerar ansiedade, depressão e outros problemas emocionais. Cuidar da saúde mental dos adolescentes é essencial para:
- Desenvolvimento emocional saudável
- Melhor desempenho escolar e social
- Fortalecimento de relações familiares e amizades
- Prevenção de comportamentos de risco.
Como promover o bem-estar mental dos adolescentes
Algumas ações que ajudam a cuidar da saúde emocional dos jovens:
- Dialogar com atenção e empatia, ouvindo sem julgar
- Estimular hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, sono adequado e prática de exercícios
- Incentivar atividades criativas e de lazer, que promovam autoestima e relaxamento
- Reduzir o estresse acadêmico e social, oferecendo apoio em desafios diários
- Buscar ajuda profissional quando necessário, com psicólogos, psiquiatras ou serviços de apoio.
O Dia Mundial do Bem-Estar Mental dos Adolescentes nos lembra que cuidar da mente dos jovens é cuidar do futuro. Pequenas atitudes de atenção e acolhimento podem fazer uma grande diferença na vida de um adolescente.
Os problema mais graves vividos na adolescência que afetam os menores em Niterói-RJ
Denúncia Pública em Defesa da Infância em Niterói-RJ Alienação Parental Agravada e Falhas Institucionais no Sistema de Justiça.
A omissão de órgãos públicos diante da tortura psicológica imposta a crianças afastadas do pai há mais de dois anos
O afastamento injustificado de filhos do convívio paterno por mais de dois anos, sob o descumprimento da guarda compartilhada, representa uma das faces mais dolorosas e silenciosas da violação de direitos humanos contra crianças e adolescentes no Brasil. Em Niterói, na Região Oceânica, um caso emblemático revela como a inércia institucional, a conduta antiética de profissionais e a negligência das autoridades do TJRJ, MPRJ e DPRJ resultam na perpetuação da alienação parental e na destruição de vínculos afetivos que a lei deveria proteger.
- Chamamos a atenção de psicólogos e, sobretudo do CRP- NITERÓI (Conselho Regional de Psicologia 5ª Região) que recebeu as denúncias do crime cometido pela psicóloga e nada providenciou, possibilitando que a mesma “profissional” tenha acesso e gere danos à outras crianças e adolescentes .
O presente artigo traduz uma denúncia pública e fundamentada, dirigida às autoridades competentes, e reúne relatos, observações técnicas e documentos que demonstram a gravidade das falhas cometidas — tanto no âmbito do Judiciário, quanto nas áreas de assistência social e psicologia forense.
- Negligência institucional na Alienação Parental é o caso que exige providências imediatas do TJRJ, MPRJ e DPRJ.
- Falhas que comprometem a convivência familiar e proteção infantil por negligência de órgãos e profissionais.
- Denúncia pública de iatrogenia e violação de guarda compartilhada e dos direitos da criança.
Cabe às instituições que se dizem protetoras das famílias e da infância – TJRJ, MPRJ, DPRJ e CRP-RJ – assumirem sua responsabilidade ética, legal e moral.
- O silêncio diante de tais violações não é neutralidade: é cumplicidade.
Enquanto nada é feito, nossas crianças continuam sendo torturadas no silêncio das decisões judiciais e na conivência das estruturas públicas que deveriam defendê-las.
Por Olheinfo, com Calendarr Brasil
Foto: divulgação
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