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Dia do Economista

Dia do Economista
  • Publishedagosto 13, 2025

Dia do Economista, comemorado no dia 13 de agosto, profissional que compreende a forma como as sociedades usam seus recursos materiais, visando produzir e distribuir bens e serviços.

O economista é o profissional que compreende a forma como as sociedades usam seus recursos materiais, visando produzir e distribuir bens e serviços.

Na prática, o economista é um profissional multifuncional, atuando tanto em bancos e setores financeiros, como também em ramos da área comercial, administrativa e internacional.

O profissional que deseja atuar como economista deve concluir o curso de ensino superior em Economia, também conhecido como Ciências Econômicas, para poder estar apto a entrar no mercado de trabalho. O curso de bacharelado tem a duração de quatro anos e pode ser feito na modalidade presencial ou à distância, sistema reconhecido pelo MEC.

Origem do Dia do Economista

O Dia do Economista é comemorado em 13 de agosto porque foi nessa data que o ex-presidente Getúlio Vargas sancionou a Lei Nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, que oficializava a criação da profissão de economista no Brasil.

Economistas Famosos

Karl Marx
Karl Marx foi um dos mais importantes economistas e críticos do sistema capitalista
  • Adam Smith (1723-1790)
  • Karl Marx (1818-1883)
  • John Maynard Keynes (1883-1946)
  • David Ricardo (1772-1823)
  • Alfred Marshall (1842-1924)
  • Irving Fisher (1867-1947)
  • Joseph Schumpeter (1883-1950)
  • Friedrich Hayek (1999-1992)
  • Joan Robinson (1903-1983)
  • Milton Friedman (1912- 006)
  • Douglass North (1920-2015)
  • Robert Solow (1924-)

A visão de Karl Marx

Embora tenha influenciado significativamente o pensamento social e político, não está isenta de críticas. Entre os aspectos negativos frequentemente apontados, destacam-se a simplificação da complexidade social, a interpretação excessivamente materialista da história e a visão potencialmente utópica de uma sociedade comunista.

Simplificação da complexidade social: Marx tende a reduzir a análise social à luta de classes, polarizando a sociedade em burguesia e proletariado. Essa visão, segundo críticos, ignora a diversidade de grupos sociais, interesses e conflitos que compõem a realidade social.

Interpretação materialista da história: A visão marxista enfatiza a importância dos fatores econômicos na determinação da história e da sociedade, negligenciando, segundo alguns, o papel de outras dimensões como a cultura, a religião e as ideias.

Utopia comunista: A proposta de uma sociedade comunista, sem classes e sem Estado, é vista por alguns como irrealizável e potencialmente autoritária. A experiência de regimes que se autodenominaram marxistas no século XX revelou os perigos da concentração de poder e da supressão de liberdades individuais.

Além dessas críticas mais gerais, existem outras questões levantadas em relação à obra de Marx:
  • A questão da liberdade:
    A crítica marxista ao capitalismo, embora reconheça a liberdade formal do trabalhador no mercado de trabalho, destaca a dependência material e a exploração que essa liberdade esconde. No entanto, a proposta de uma sociedade comunista, onde o Estado controla os meios de produção, pode gerar novas formas de dependência e limitação da liberdade individual.

  • A questão da ideologia:
    Marx desenvolveu uma teoria da ideologia, entendendo-a como um sistema de ideias que mascara a realidade social e justifica a dominação de uma classe sobre outra. No entanto, críticos argumentam que a própria teoria marxista pode ser vista como uma ideologia, com suas próprias limitações e vieses.

  • O problema da interpretação:
    A interpretação da obra de Marx e sua aplicação na prática têm sido objeto de debate e divergência, com diferentes correntes marxistas defendendo visões distintas sobre o caminho para o comunismo e sobre a natureza da sociedade pós-capitalista.

Apesar das críticas, a obra de Marx continua relevante e influente, especialmente para a análise crítica do capitalismo e para a compreensão das relações sociais e econômicas.

O lado diabólico de Karl Marx

Paul Kengor é professor de ciência política no Grove City College em Grove City, Pensilvânia. Ele acaba de publicar O Diabo e Karl Marx, um olhar cuidadoso no lado diabólico de Karl Marx.

O livro foi publicado durante um momento importante da nossa história, já que muitos americanos, particularmente nossos jovens, vem caindo no sedutor canto de sereia do socialismo ensinado a eles pela elite acadêmica.

O Livro Negro do Comunismo, editado por Stephane Courtois detalha o número de mortes provocadas pelo marxismo-leninismo no século XX. Eis os números: União Soviética, 20 milhões de mortes; China, 65 milhões; Vietnã, 1 milhão; Coreia do Norte e Camboja, 2 milhões cada; Europa Oriental, 1 milhão; e cerca de 3,5 milhões na América Latina, África e Afeganistão.

Esses números subestimam os detalhados pelo professor R.J. Rummel em Death by Government [Morte pelo Governo]. Ele descobre que de 1917 até o seu colapso, a União Soviética assassinou ou causou a morte de 61 milhões de pessoas, a maioria de seus próprios cidadãos. De 1949 a 1976, o regime comunista chinês de Mao Tsé-Tung foi responsável pela morte de cerca de 78 milhões de seus próprios cidadãos.

A elite intelectual do mundo rapidamente se concentra nas atrocidades assassinas de Adolf Hitler, mas ignora aquelas cometidas nos países socialistas. Mao Tsé-Tung tem sido admirado por acadêmicos e esquerdistas em todo o nosso país. Eles frequentemente marchavam por aí cantando seus louvores e acenando com seu pequeno livro vermelho, Citações do Presidente Mao Tse-Tung.

A diretora de comunicação do presidente Barack Obama, Anita Dunn, em seu discurso de posse em junho de 2009 na Escola Episcopal de St. Andrew na Catedral Nacional de Washington, disse que Mao era um de seus heróis.

Tanto a comunidade acadêmica, a elite da mídia, os membros do Partido Democrata, como as organizações como a Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor, o Conselho Nacional de La Raza, o Green for All, o Sierra Club e o Fundo de Defesa da Criança, todos têm uma grande tolerância para as ideias do socialismo — um sistema que causou mais mortes e miséria humana do que todos os outros combinados.

Os esquerdistas, socialistas e progressistas de hoje ficam todos arrepiados com a sugestão de que sua agenda difere pouco das dos assassinos em massa nazistas, soviéticos e maoístas.

Tenha em mente que não é preciso ser a favor de campos de extermínio ou guerras de conquista para ser um tirano. A única exigência é que se deve acreditar na primazia do Estado sobre os direitos individuais.

Males do marxismo

Kengor destaca outra característica de Marx ignorada por seus seguidores. Essa característica do marxismo deve ser perturbadora para a co-fundadora da Black Lives Matter, Patrisse Cullors, que disse que ela e seus colegas organizadores são “marxistas treinados”.

Pergunto-me se ela compartilha das opiniões de Marx sobre raça. O genro de Marx, Paul Lafargue, era visto como tendo sangue negro em suas veias. Marx o insultou como “Negrillo” e “O Gorila”.

Marx tinha ódio semelhante pelos judeus. Ele se referiu ao seu colega socialista Ferdinand Lassalle como um “judeu gorduroso”, “o pequeno kike”, “judeu polaco aguado” e “judeu negro”.

Em 1844, Marx escreveu um ensaio intitulado A Questão Judaica no qual ele pergunta: “Qual é o culto secular do judeu?” Sua resposta: “Pechinchar. Qual é o deus mundano deles? Dinheiro.”

Ao longo dos anos, os esquerdistas fizeram uma equivalência moral entre o totalitarismo comunista/socialista e a democracia.

W. E. B. Du Bois, escrevendo no National Guardian (1953) disse: “Joseph Stalin era um grande homem; poucos outros homens do século 20 se aproximam de sua estatura.”

Walter Duranty chamou Stalin de “o maior estadista vivo… um homem tranquilo e discreto.”

George Bernard Shaw expressou admiração por Mussolini, Hitler e Stalin.

O economista John Kenneth Galbraith visitou a China e elogiou Mao Tsé-Tung e o sistema econômico chinês.

Michel Oksenberg, especialista em China no governo do presidente Jimmy Carter, reclamou que “a América está condenada à decadência até que a mudança radical, mesmo revolucionária, altere fundamentalmente as instituições e valores”, e sugeriu que emprestássemos “ideias e soluções” da China.

Kengor faz um trabalho minucioso ao destacar os males do marxismo. A questão é se os americanos vão prestar atenção à sua lição ou cair como presas nas falsas promessas para viver os horrores do socialismo.

A propósito, apesar de a Suécia e a Dinamarca terem um grande sistema de bem-estar social, eles têm economias de mercado — não economias socialistas, como alguns esquerdistas afirmam.

 

Walter E. Williams é professor de Economia na George Mason University. © 2020 The Daily Signal. Publicado com permissão. Original em inglês.

Por Olheinfo, com Calendarr Brasil, Gazeta do Povo

Foto: Freepik

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Redação Olheinfo

Veículo de comunicação web periódico criado em 2007 no Distrito Federal, editado pelo Jornalista Responsável DF04203JP, Publicitário 458-MTP e Consultor Master em Gestão Empresarial Paulo Eduardo Dubiel, Esp.

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