Casa da Mulher Brasileira segunda-feira 4/08
Casa da Mulher Brasileira segunda-feira 4/08 lançamento da Pedra Fundamental do Rio de Janeiro
A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, participa do lançamento da Pedra Fundamental da Casa da Mulher Brasileira do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (4). O evento contará com a presença do governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, além de parlamentares e demais autoridades.
A atividade integra a programação do Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra as mulheres em todo o país.
A Casa da Mulher Brasileira é um equipamento fundamental para a proteção das mulheres e um dos principais eixos de atuação do Programa Mulher Viver sem Violência. A unidade reunirá, em um só local, serviços especializados e integrados de apoio psicossocial, jurídico e policial, com o objetivo de garantir acolhimento e atendimento humanizado às mulheres em situação de violência.
O investimento do Governo Federal na construção da unidade é de R$ 19 milhões. O terreno foi cedido pela União por meio do programa Imóvel da Gente, coordenado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
Momento também para refletir
Casos de mulheres que se fazem de vítima para Violar os Direitos Humanos da Crianças e Adolescentes, que se multiplicam. Em Niterói, no estado do Rio de Janeiro, a Defensoria Pública já identificou situações em que a mãe, após o término do relacionamento, ingressa com pedido de Medida Protetiva no Plantão Judiciário, obtendo em poucas horas a exclusão do pai do convívio familiar. Mesmo após posterior arquivamento da denúncia por ausência de provas ou falsa alegação, o tempo perdido na convivência já causou estragos irreparáveis na relação paterno-filial.
“Não podemos tratar denúncias de agressão como verdades absolutas quando existe um histórico de disputa pela guarda. Precisamos proteger a mulher, mas também precisamos proteger a criança de ser usada como arma”, disse a promotora de Justiça Maria Carolina Torres.
O princípio do melhor interesse da criança deve nortear todas as decisões envolvendo guarda, convivência e poder familiar. É o que estabelece a Convenção sobre os Direitos da Criança da ONU, da qual o Brasil é signatário.
Defender automaticamente a mulher alienadora por conta de seu gênero é ignorar o sofrimento real e silencioso da criança, que é usada como escudo afetivo em uma guerra que não lhe pertence. É também negar ao pai o direito de ser referência, afeto e apoio na formação emocional do filho.
A psicóloga Ana Cláudia Brandão, referência nacional em mediação familiar, alerta: “A ausência paterna forçada pela alienação parental deixa marcas profundas. A criança cresce sem compreender o real motivo da ausência e, muitas vezes, internaliza que foi abandonada, gerando sentimentos de rejeição que podem durar uma vida inteira.”
Serviço
Data: 4 de agosto de 2025, segunda-feira
Horário: 10h
Local: Avenida Bartolomeu Gusmão, 873, São Cristóvão – Rio de Janeiro/RJ.
Por Olheinfo, com Assessoria de Imprensa
Foto: Freepik
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