Hoje é Dia

Dia da Justiça e da Família

Dia da Justiça e da Família
  • Publisheddezembro 8, 2025

Dia da Justiça e da Família, 8/12, data que comemora duas distintas instituições que deveriam seguir o mesmo propósito de responsabilidade pelo futuro da Nação.

Sobretudo, temos – todos os cidadãos brasileiros – o dever de zelar por nossas instituições que sustentam o futuro da Nação Brasileira. No entanto, neste dia de tão grande alegria que comemoramos livremente a existência e o valor da justiça e da família também choramos pela negligência e a falta de ética de servidores que não conseguem acompanhar a missão e a visão de tamanha importância dos Tribunais Regionais.

Nesta mesma data que une as instituições mais sagradas do mundo, temos crianças e adolescentes que choram a ausência do convívio paterno sob a tortura da alienação parental e violação dos direitos humanos em Niterói-RJ – obrigadas, sob coação e medo, a declararem não mais querer estar com aquele que sempre criou e amou. Um crime sem precedentes apoiado por assistentes sociais do TJRJ que a Defensoria Pública do Rio de Janeiro e o Ministério Público do Rio de Janeiro deveriam atuar com efetividade na defesa dos menores.

Por fim, é a incoerência do Poder Judiciário brasileiro para com as Famílias diante de falhas institucionais no Sistema de Justiça, quando a omissão de órgãos públicos diante da tortura psicológica imposta à crianças afastadas do pai há mais de dois anos se traduz em cumplicidade.

O Dia da Justiça homenageia os profissionais que fazem justiça com imparcialidade

Trata-se de um feriado forense, ou seja, dia em que as atividades dos órgãos do Poder Judiciário estão suspensas, conforme Art. 60. da Lei nº 11.697, de 13 de junho de 2008.

O Poder Judiciário é um dos três principais poderes da República no Brasil. Assim como o Legislativo e o Executivo, o Judiciário é essencial para o funcionamento da sociedade de uma nação, julgando a aplicação das leis e garantindo que sejam cumpridas.

O Poder Judiciário está divido entre os seguintes órgãos:

  • Supremo Tribunal Federal (STF)
  • Superior Tribunal de Justiça (STJ)
  • Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais
  • Tribunais e Juízes do Trabalho, Tribunais e Juízes Eleitorais
  • Tribunais e Juízes Militares e Tribunais
  • Juízes dos Estados e do Distrito Federal

O Poder Judiciário tem um papel crucial na manutenção e proteção da família ao garantir direitos fundamentais, resolver conflitos e assegurar que as leis sejam aplicadas de forma justa, adaptando o Direito às diversas configurações familiares da sociedade contemporânea. 

A importância do Judiciário manifesta-se em diversas áreas:

  • Garantia de Direitos e Deveres: O Judiciário é o guardião dos direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal, como o direito à moradia (protegendo o bem de família contra penhora) e, prioritariamente, os direitos das crianças e adolescentes. Ele assegura o cumprimento de deveres como sustento, guarda e convivência familiar, mesmo após a dissolução do vínculo conjugal.
  • Resolução de Conflitos: Em situações de crise, como divórcios litigiosos, disputas de guarda ou pensão alimentícia, o Judiciário intervém para solucionar os conflitos, proferindo decisões que buscam a equidade e o bem-estar de todos os envolvidos, com foco especial no interesse dos menores.
  • Mediação e Conciliação: O Judiciário brasileiro incentiva e, em muitos casos, exige a mediação e a conciliação em processos de família. Métodos alternativos de solução de conflitos visam facilitar o diálogo entre as partes, ajudando-as a construir soluções consensuais (como a mediação familiar, que promove a estabilidade emocional e a harmonia), o que frequentemente resulta em maior cumprimento das decisões e menor desgaste para a família.
  • Evolução do Conceito de Família: O Judiciário tem um papel ativo na evolução e reconhecimento de novos arranjos familiares, como casamentos homoafetivos e modelos mais flexíveis de guarda, adaptando a interpretação das leis à dinâmica social, onde o afeto passou a ser o elemento preponderante da união.
  • Combate à Violência e Negligência: Através de leis específicas, como a Lei Maria da Penha, e ações judiciais, o sistema de Justiça atua para proteger membros da família (especialmente mulheres, crianças e idosos) de toda forma de negligência, discriminação, exploração e violência. 
Em suma, o Judiciário não atua apenas como um “juiz” em momentos de quebra, mas como um facilitador e protetor que busca a harmonia, a dignidade e a manutenção dos laços familiares saudáveis, mesmo em face de adversidades legais e conflitos interpessoais. 

Ver também: Dia Mundial da Justiça Social.

Origem do Dia da Justiça

Dia da Justiça foi estabelecido através do artigo 5º do Decreto de Lei nº 1.408, de 9 de agosto de 1951. A data é considerada feriado em todo o território nacional, ou seja, no Dia da Justiça todos os fóruns e ofícios de Justiça não funcionam.

Mesmo sendo oficializado apenas em 1951, o Dia da Justiça é celebrado desde 1940 em referência à imagem da Imaculada Conceição, padroeira da justiça.  Saiba mais sobre o Dia da Imaculada Conceição.

 

O Dia da Família é comemorado com objetivo de homenagear a família, bem como lembrar a sua importância.

Família significa relação afetiva entre as pessoas que tenham ou não laços sanguíneos, um conceito baseado no amor, na ajuda mútua, na partilha, e que promove a formação de valores em cada um de nós.

Como elemento fundamental, é importante ser celebrada e homenageada. Assim, o Dia Nacional da Família foi instituído pelo Decreto nº 52.748, de 24 de outubro de 1963. Comemorado em 8 de dezembro, a comemoração coincide com o Dia da Imaculada Conceição.

Além de ser comemorada nesta data, a instituição familiar é comemorada em mais duas ocasiões distintas: Dia Nacional da Família na Escola (24 de abril) e Dia Internacional da Família (15 de maio).

Mensagens e Frases para homenagear a família

Mensagem para a família

Hoje é dia de comemorar o melhor que temos. Parabéns a esta família, que a cada ano fica mais bonita!

Família, cada um de vocês preenche um pedacinho de mim. Amo todos de forma especial e sou muito grato pela nossa união.

Família é sinônimo de amizade, de carinho e respeito. Que Deus continue abençoando nossa família para que nunca falte a base que nos torna pessoas melhores todos os dias.

O Dia da Família nos lembra da importância de termos pessoas presentes em nossas vidas, que nos amem, nos encorajem e protejam de todos os males desse mundo.

Sou grato pela família que tenho e, neste dia, quero dizer que minha vida é mais feliz porque sei que posso contar com cada um de vocês.

Uma família unida é capaz de vencer todos os obstáculos que surgem. Os dias não são tão fáceis quanto gostaríamos, mas o amor que sentimos nos encoraja a lutar uns pelos outros.

Por isso, não desistimos da nossa família. Ela não é perfeita, mas é o alicerce que nos sustenta nos dias ruins e que multiplica a nossa alegria nos dias bons.

O nosso porto seguro reside no olhar e no abraço de quem amamos. Aqueles que amo são meu maior bem e sou grato a Deus por cada pessoa a quem posso chamar de família.

Que papai do céu abençoe nossos familiares e conceda muitos anos de vida com saúde para que possamos aproveitar a presença deles a cada dia.

Dia Internacional da Família (15 de maio)

A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas instituiu a data através da resolução 47/237, de 20 de setembro de 1993, e a primeira celebração ocorreu em 1994, ano internacional da família.

Entre os seus objetivos, os principais são propiciar a reflexão acerca dos direitos e das necessidades das famílias em todo o mundo.

Dia Nacional da Família na Escola (24 de abril)

Instituída pelo MEC (Ministério da Educação), desde 2001, a data visa reforçar a importância da família na aprendizagem, cuja cooperação tem resultado em melhor desempenho escolar, como demonstraram os resultados do Sistema de Avaliação de Educação Básica (Saeb).

 

A incoerência do Poder Judiciário brasileiro para com as Famílias

Denúncia Pública em Defesa da Infância em Niterói-RJ Alienação Parental Agravada e Falhas Institucionais no Sistema de Justiça.

A omissão de órgãos públicos diante da tortura psicológica imposta a crianças afastadas do pai há mais de dois anos

O afastamento injustificado de filhos do convívio paterno por mais de dois anos, sob o descumprimento da guarda compartilhada, representa uma das faces mais dolorosas e silenciosas da violação de direitos humanos contra crianças e adolescentes no Brasil. Em Niterói, na Região Oceânica, um caso emblemático revela como a inércia institucional, a conduta antiética de profissionais e a negligência das autoridades do TJRJ, MPRJ e DPRJ resultam na perpetuação da alienação parental e na destruição de vínculos afetivos que a lei deveria proteger.

O presente artigo traduz uma denúncia pública e fundamentada, dirigida às autoridades competentes, e reúne relatos, observações técnicas e documentos que demonstram a gravidade das falhas cometidas — tanto no âmbito do Judiciário, quanto nas áreas de assistência social e psicologia forense.

  • Negligência institucional na Alienação Parental é o caso que exige providências imediatas do TJRJ, MPRJ e DPRJ.
  • Falhas que comprometem a convivência familiar e proteção infantil por negligência de órgãos e profissionais.
  • Denúncia pública de iatrogenia e violação de guarda compartilhada e dos direitos da criança.

O caso da Vara de Família da Região Oceânica de Niterói é apenas um entre tantos que se repetem em diferentes comarcas do Estado e do país. Ele revela um sistema de justiça que, em vez de proteger, produz sofrimento, alimentando o ciclo da alienação parental e da injustiça emocional.

Não é apenas o sofrimento do filho, pai e avós – são as crianças que crescem com seus futuros comprometidos, privadas de amor, divididas por narrativas falsas e afastadas do direito de conviverem com ambos os genitores e seus parentes.

Cabe às instituições que se dizem protetoras das famílias e da infância – TJRJ, MPRJ, DPRJ e CRP-RJ – assumirem sua responsabilidade ética, legal e moral.

  • O silêncio diante de tais violações não é neutralidade: é cumplicidade.

Enquanto nada é feito, nossas crianças continuam sendo torturadas no silêncio das decisões judiciais e na conivência das estruturas públicas que deveriam defendê-las.

 

Leia na íntegra: Denúncia Pública em Defesa da Infância em Niterói-RJ

Leia mais: Alienação Parental Agravada por Assistente Social

 

 

Por Olheinfo, 

Foto: divulgação

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Written By
Redação Olheinfo

Veículo de comunicação web periódico criado em 2007 no Distrito Federal, editado pelo Jornalista Responsável DF04203JP, Publicitário 458-MTP e Consultor Master em Gestão Empresarial Paulo Eduardo Dubiel, Esp.

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