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Quem Conhece a Si Mesmo, Conhece o Universo!

O corpo adoece em função das doenças da alma, questões emocionais que ferem internamente o indivíduo. Alimentar o espírito é a única cura!

 

A humanidade padece por falta de entendimento e conhecimento da verdade. Conhecer-se a si mesmo pode parecer um tanto redundante, porém são universos distintos os que compõem a vida e a existência. Há total diferença do que está dentro para o que está fora, da vida para existência, de Deus para o homem, do que é espiritual para o que é material; mesmo estando em universos paralelos. Não podemos negar que o homem não consegue explicar a vida, a ciência e a medicina só alcançam a matéria e parte da sua funcionalidade. O ser humano completo é ser e também é humano, ou deveria ser e não apenas ter a vida. Todos têm vida e todos existem, mas nem todos vivem. O ser humano que alimenta a sua vida vive em plenitude e alcança a verdadeira felicidade.

 

Somos formados de: espírito – comunhão, consciência e intuição; alma – pensamento, emoção e sentimento; e corpo – cabeça, tronco e membros. O corpo é o reflexo dessa cadeia, por isso o desenvolvimento da espiritualidade é fundamental para também manter a saúde da alma e do corpo. O espírito não adoece, apenas enfraquece e deixa de se manifestar em função da falta de alimento pela comunhão.

 

O corpo adoece em função das doenças da alma, questões emocionais psicológicas mal resolvidas que ferem internamente o indivíduo. Só há uma forma de curar verdadeiramente a alma, é alimentando o espírito com amor, perdão, caridade entre outras ações provenientes dos ensinamentos de Deus. Há diversas formas paliativas de curar a alma, com remédios, terapias e tratamentos intensivos; porém só alimentando o espírito e o deixando conduzir o ser é que o homem alcança a verdadeira cura interior.

 

A alma adoece em função da fraqueza espiritual e da falta de comunhão com Deus, então falta consciência e o agir da intuição e do Espírito de Deus. Quando o espírito humano não vive, o corpo e a alma na existência tornam-se vazios e sem sustentação; então a alma fica sem destino, os egos tomam conta das emoções e sentimentos bons e ruins até o corpo refletir a doença, sujeitando-se a si próprio.

 

Sem a consciência e naturalmente sem vida e sem a condução do espírito, o homem padece por falta de conhecimento. O espírito é vida e tudo que vive, vive em Deus e Deus nele; por isso quem alimenta o espírito e está em comunhão com Deus tem a direção de Deus para se alto curar. Só a consciência e a intuição podem conduzir o ser humano por caminhos certos e eternos. É o homem direto com Deus!

 

Todo ser humano, independente de conhecer ou ter experiência com Deus, tem espírito e é formado de: espírito, alma e corpo; todos são iguais, porém nem todos decidem por viver. O homem que não alimenta o seu espírito existe, porém não vive. A vida está dentro e ninguém explica, vive na quarta dimensão onde não há tempo e nem espaço. Então, quem vive, vive também nos mundos celestiais e alcança depois de muita pratica a visão livre de tempo e de espaço!

 

O ser humano tem a necessidade de se autoconhecer, para isso é extremamente necessário e fundamental que o homem consiga separar as coisas e interpretar cada uma delas de forma unilateral, para então depois juntar as partes nas suas devidas posições de um ser humano completo. A verdadeira felicidade está no contentamento do todo! Um ser humano pela metade não pode ser feliz, ele até alcança a alegria de existir; mas a verdadeira felicidade só de forma consciente ele alcançará.

 

Se você quer alimentar o seu espírito e viver, você pode até precisar de ajuda religiosa; porém entenda que o caminho e a verdade você só encontrará em Jesus e Ele está dentro de você. O espírito do homem é que o conduz através do Espírito de Deus, ao absoluto, aos mundos celestiais e ao próprio Deus. Com a alma o homem alcança tudo que pensar e imaginar na existência. A Alma não tem acesso à vida. O espírito não tem acesso à existência.

 

É simples entender esse universo quando há visão espiritual; porém complexo para quem tenta analisar com a mente, ou seja, com a alma. É importante entender que as coisas de Deus são absorvidas pelo espírito e não pela alma, assim como as coisas da alma não alcançam a Deus. Emoções, sentimentos e pensamentos não alcançam a Deus e não entram no mundo celestial.

 

Há dois mundos: o material e o espiritual. O material é a existência, o mundo terreno, e tudo que existe acaba por estar regido pelo tempo e pelo espaço; o corpo e a alma existem e são alimentados pelo próprio corpo e pela própria alma; o pensamento, a emoção e os sentimentos são manifestações da alma. O espiritual é a vida, o mundo celestial, tudo que vive é para sempre, pois a quarta dimensão é livre; o espírito é alimentado pela comunhão com Deus o Criador da vida.

 

Sabendo disso, é fácil entender que espírito não pensa, não sente; e a alma não ama, não é feliz e não tem consciência. O verdadeiro amor e a verdadeira felicidade são atributos do espírito. Como exemplo, os atributos da alma têm: lucidez, vontade, mentira, paixão, desejo, depressão, alegria, medo, raiva, gula etc. Os atributos do espírito são: consciência, intuição, verdade, amor, submissão a direção de Deus, contentamento, felicidade, autoconfiança, caridade, segurança, equilíbrio etc.

 

Tudo é uma questão de decisão. Deus ajuda e dá a direção, fala ao espírito de todos da mesma forma; porém nem todos ouvem ou não querem ouvir. Muitos contrariam a sua própria existência, quanto mais a sua própria vida. Poucos são os que conseguem encontrar o verdadeiro caminho da felicidade, conhecendo-se a si mesmo e consequentemente conhecendo a vida e o universo.

 

A espiritualidade e o espírito não tem haver com espiritismo, catolicismo, esoterismo, religião ou seita; são atributos humanos ligados diretamente a Deus, por meio do Espírito Santo / Jesus Cristo, conforme ilustra a história. Todos nós temos vida e existimos, porém nem todos nós vivemos. Vive quem decide viver e da a vida ao seu espírito, o alimentando assim como alimenta a sua alma e o seu corpo.

 

Por Paulo Eduardo Dubiel

 

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